Minha madrasta Juliana, parte 1

Primeiramente, deixa eu me apresentar e explicar.
A maioria dos meus são verídicos, outros são devaneios.
Meu nome é Katherine e eu tenho 18 anos. Moro na capital de SP. Meus cabelos são castanhos-claro com as pontas tingidas de loiro, tenho olhos verdes, sobrancelhas grossas e bem feitas. Tenho 1,62, coxas grossas, cintura fina e seios grandes. Sou cuidada com meu corpo, nem magra, nem gorda, meio termo. Não sou uma menina exuberante de linda, mas sei que tenho uma beleza diferente.

O conto que vim relatar hoje é sobre minha madrasta, cujo nome é Juliana.

Juliana é mais alta que eu, 1,73, cabelos negros, ondulados até o meio das costas, pele clara, meio bronzeada, tem um corpo impressionante, para seus 39. Magra, uma bunda linda e redonda, coxas torneadas, pés lindos, uma barriga chapada, seios médios. Não fazia academia, portanto era tudo regado à dieta. E para fechar com chave de ouro, belíssimos olhos azuis cor de Oceano enfeitados com cílios longos.

Meu pai, Miguel, não fica para trás, igualmente belo, seus cabelos negros, negros mesmo de ébano, com alguns fios grisalhos, olhos verdes, pele bem branca, é alto, 1,80, corpo bem conservado, com 42 anos, arquiteto.

A história começa quando minha mãe me abandonou com meu pai assim que eu nasci, e sumiu do mapa. Desde então sou muito amiga do meu pai e nos damos muito bem. Ele me disse ter conhecido uma mulher, a Juliana, fazia uma semana. Me mostrava fotos dela, e eu a achava bonita. Ficava um pouco enciumada, mas ao mesmo tempo feliz pelo meu pai estar seguindo com a vida dele, mesmo que bem tarde. Ele falava dela direto, cada dia mais e minha admiração por ela aumentava, por fazer meu pai feliz.
Quando deu um mês, ele queria que eu a conhecesse, e marcamos um jantar num restaurante. Fiquei ansiosa para conhecê-la.
Ela foi pontual e chegamos ao mesmo tempo, eu, ela e meu pai, os dois deram um selinho e eu fiquei observando as reações dela.
Ela virou para mim e veio me cumprimentar. Ela era belíssima, bem melhor do que nas fotos, e ali ela estava mais arrumada, com um batom vermelho sangue, unhas vermelhas e um vestido comprido e preto. Linda.

“Oi, meu nome é Juliana” ela disse me abraçando, fiquei arrepiada com seu perfume e sua voz sensual e decidida acima de mim.

“Katherine, é um prazer” olhei ela firmemente e ofereci um sorriso.

Não costumo ficar a vontade com alguém que acabo de conhecer e com ela não foi diferente, meu pai me ensinou que nunca devemos abaixar a guarda. Foi o que eu fiz. Entramos, e logo estávamos comendo, tudo muito tranquilo e fui pegando amizade com ela ao longo do tempo.

Depois de um ano, ela indo e vindo na minha casa, meu pai chamou ela para morar conosco e foi aí que o inferno começou. Ela desfilava pela casa com suas roupas ou muito curtas, ou muito justas ou muito transparentes. Sempre fui lésbica, e aquilo para mim era uma tortura, ainda mais quando meu pai ia trabalhar enquanto eu estava de férias, e ela também. Mas respeitei os dois.

Depois de mais 7 meses, já tínhamos muita intimidade, eu a chamava de mãe e ela me chamava de filha. Tudo ótimo. Deixei de lado por um tempo todas essas besteiras e comecei a ter um carinho muito grande por ela. Quando meu pai viajava, a gente se divertia muito, saíamos, fazíamos compras, éramos muito amigas. E comecei a me apaixonar, tomei no cú gostoso com isso, pois o tesão veio em dobro dessa vez.

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