Medica

Meu nome real é Aline (32 anos). Sou casada há 12 anos com Bruno (38). Tenho uma história real pra contar.

Max chegou lá em casa muito triste. Ele tinha 22 anos, 10 a menos que eu. Lembro dele pequeno, quando a mãe dele trabalhava pro papai. Depois não vi mais. Vida de interior, trabalhava na fazenda mas coordenava tudo depois de terem “industrializado” a região. Virou um líder. Sabia cada centímetro daquele vale e foi treinado a fazer a fazenda andar nos trilhos.

Quando ele casou só tinha 16 anos e depois da esposa dele ter adoecido, há 5 anos , ele virou uma pessoa triste. Posso imaginar, um homem bonito (bem bonito, aliás) cheio de vida, ter uma mulher acamada por um acidente… Enfim. Ele veio pra ficar lá em casa pra fazer um curso das novas tecnologias da fazenda. Bruno, meu marido, não se importou com a vinda dele pra nossa casa por 3 meses então tudo bem. Nossos filhos estavam viajando em intercâmbio e a casa estava bem vazia.

Acho que pra ele, sair da vida diária, de ver a esposa acamada sem poder fazer nada poderia dar a ele uma sensação de que a vida continuava. Mas nos primeiros dias ele sofreu. Cheguei e ve-lo chorando e fui conforta-lo algumas vezes. Isso me comovia. E ao Bruno também. Então começamos a ocupar o tempo em casa com jantares e almoços mais animados, música, às vezes um filme.

Mas a presença de um homem em casa era diferente pra mim. Confesso que às vezes me esquecia e tinha que me vigiar pra evitar sair nua do banho ou com camisola na frente dele. Inegavelmente perdi um pouco da minha privacidade. Todo final de tarde eu chegava em casa e Max estava já por lá, olhando as plantas da varanda ou apreciando a vista da janela. Parecia melhor e bem menos triste. Nossa companhia era boa pra ele.

Há alguns dias Bruno me olhava com desejo e me dava uns amassos mais safados. Senti ontem, depois do jantar, que ele me abraçou por trás enquanto conversávamos com Max. Senti latejar o pau dele na minha bunda e de propósito eu retribui com um leve rebolado. Talvez Max tivesse percebido, mas não me importei com isso, e nem o Bruno. Ja fazia talvez duas semanas, desde que Max chegou, que eu e Bruno não tivemos mais nada na cama. Essa quebra da rotina desviou nosso foco. Mas eu já estava começando a precisar de uma pegada daquelas que só o Bruno sabe fazer. Cheguei em casa pensando nisso.

E lá estava o Max, olhando a cidade pela janela. Pensei: o que eu vou fazer pra me livrar desse menino hoje e poder criar uma situação de ser uma presa fácil pro Bruno?

Bruno chegaria em alguns minutos e se eu não pensasse rápido, entraríamos na rotina de cozinhar e conversar até ficar tarde demais e depois dormir.

Fiz uma sugestão imediata pro Max de pedirmos uma comida, que estava cansada e não queria cozinhar. Mas, muito doce e gentil, Max se ofereceu pra cozinhar e eu não consegui tirar essa ideia da cabeça dele. Em 20 minutos ele estava fazendo várias coisas na cozinha. Logo em seguida, Bruno chegou…

Eu me irritei, mas não podia também negar uma gentileza, que foi pra ele uma retribuição do carinho que estávamos recebendo ele em nossa casa… Aceitei. Quando Bruno chegou, eu preparei pra ele a Banheira e aproveitei pra ficar com uma roupa mais a vontade, mostrando algumas partes, enquanto Max se ocupava com o jantar. Foi melhor do que planejei! Bruno me viu naquele vestido curto e bem fininho e me comeu com os olhos … Me pegou em seus braços, me apertou como eu amo, e me disse ao ouvido que queria me foder… Me senti quente… Como o quarto do Max era logo ao lado do nosso, eu disse pro Bruno ” tô querendo hoje um carinho lá no sofá, o que vc acha?” . Bruno imediatamente me disse: “não troque sua roupa, quero poder delizar minhas mãos pelo seu corpo e nesse vestido eu sinto cada detalhe das suas curvas. Vou te fazer sentir o toque dos meus dedos e a delicadeza da minha língua em alguns pedaços do seu corpo… Vc vai me obedecer hoje… E pegue a caixinha… Já separei a tequila… Depois do jantar, diremos ao Max que vamos dormir cedo.” Imediatamente olhei com toda safadeza que havia em mim e disse não, mas ele sabe que meu corpo dizia “sim”…

A caixinha tinha alguns brinquedos, vibrador, um anel peniano e uns joguinhos que, há tempos não usávamos. Mas fiquei louca só de pensar.

Me senti uma puta, e queria ser mesmo. Ah, como eu tinha desejos e fantasias… Alguns medos de expressar, mas tinha.

Bruno estava no banho. Eu fui pra cozinha acelerar o jantar. Max estava fazendo um camarão. Fui surpreendida porque ele me olhou como homem. Me desconcertou. Percebi que meu peito estava com o bico a mostra e era ali que seu olhar descansava…

Achei absurdo: o pau dele estava ereto e eu podia ver! Abusado! Posicionei meu vestido. Ele ficou sem graça e voltou a cozinhar um pouco envergonhado pelo que aconteceu. Mas o pau dele ficou duro sob a bermuda por um tempo ainda… Safado!

Depois de alguns minutos Bruno chegou, cheiroso e bem disposto. Sentamos e jantamos! A conversa foi muito agradável! Agradecemos ao Max e ele disse o quanto tinha de gratidão por termos recebido ele. Bruno, muito educado e de um coração enorme, já foi logo dizendo que ele poderia contar sempre com a gente e que a casa estaria aberta pra ele. Acabamos de comer, Bruno se despediu e tirou a mesa. Logo em seguida se despediu e entrou pois “precisava se recuperar e dormir” e eu fui ajudar Max a finalizar as louças.

Percebi Max olhando ocasionalmente por dentro do meu vestido e, confesso, permiti que isso fosse um aquecimento. Me permiti fantasiar aquele momento. Qual o problema? Adoro me sentir desejada e usei ele pra aquecer os motores pro que estava pra chegar com Bruno. Provoquei ele um pouco: virei de costas pra ele poder ver melhor minha bunda e a pequena calcinha que eu vestia, debrucei pra deixar mais ainda meus seios a mostra e vi o volume dentro da bermuda dele aumentar… Coitado, imagino que deve estar muito tempo sem usar aquela pica, vai certamente bater uma punhetinha essa noite, talvez até pra mim (risos). Fui me despedir dele com um abraço e me projetei até pressionar meu púbis contra o pau dele … Nossa… como estava duro. A essa altura eu estava toda molhadinha…

Fui pro quarto e Max foi pro dele. Bruno escovava os dentes e eu peguei a caixinha, cheguei a pensar em trocar a calcinha mas ela já estava tão molhada que resolvi deixar – isso enlouqueceria Bruno… Peguei meu scarpin preto, que Bruno adora. Fui pra sala.

Bruno chegou e colocamos uma música bem suave… Tomamos algumas tequilas, entre uma provocação e um carinho, dançamos um pouco. fui presenteada por um beijo que me envolvia toda. Meus ouvidos sentiam a forte respiração de Bruno, suas palavras safadas me convidaram: “adoro suas pernas que me convidam a subir até tocar sua bunda e sua buceta; que bunda gostosa, vamos ver se essa bucetinha aqui está preparada pra gozar; vc pode me dar um pouquinho do seu leite, eu quero mamar… E tirou meu peito de dentro do vestido e mamou em mim.

Minha respiracao cada vez mais ofegante com cada palavra dele. Comecei a gemer e sussurrar. A tequila começou a fazer seus efeitos… Suas mãos deslizaram no meu pescoço e gradualmente investigava as entradas do vestido pelas laterais, tocando levemente o bico dos meus peitos que roçavam a seda do vestido e me dava ainda mais tesao…Que delicia… Depois desceu até a minha bunda… Ele me abriu com carinho e deslizou seus dedos suavemente no meu suco do prazer que permeava minha calcinha… Nossa, fui ao delírio!
Bruno começou a me dizer no ouvido que eu bebesse mais tequila, que queria me ver solta e sem filtro, que adorava me ver sendo safada e que colocaria o pau dele na minha boca no momento em que eu pudesse sentir o gosto do prazer… adoro sentir o gostinho que sai quando ele fica muito excitado.

Bebi várias doses… Sentada no sofá, ele começou a beijar meu pescoço enquanto delizava suas mãos safadas em todo o meu corpo, passando com beliscos deliciosos em meu mamilo. Me contorcia de tesão… Minha mão passava por cima da bermuda dele e apertava aquele pau gostoso e duro. Enfiei a mão dentro pra sentir o toque da pele quente …

Logo começou a me chupar… fiquei entregue… Queria ser comida pelo pau dele e ao mesmo tempo não queria parar de sentir a língua na minha buceta… Nessa hora não tem mulher que não queira um segundo pau. Eu estava no clímax, sem controle de mim, e percebi que Max estava passando no escuro do corredor, mas não me preocupei e nao avisei ao Bruno pra não quebrar o clima… Não valia a pena parar e, não sei bem explicar, mas isso me dava até um certo tesão adicional… Aquelas provocações que fiz nele pra me excitar pro Bruno me deixaram a vontade pra viver isso…

Mas logo em seguida, Bruno tirou meu vestido e, com delicadeza, minha calcinha. Ele colocou uma venda em meus olhos. Eu só tinha em mim a venda e o scarpin. Bruno me fez ficar encostada nele apenas pelo pau, agachada. Ele começou a me dizer que eu imaginasse que estávamos numa sala com outras pessoas e pediu que eu dissesse quantas pessoas… Eu disse 3. “Homens ou mulheres?” Ele me perguntou. Eu disse: dois homens e uma mulher… Bebi mais tequila e aquilo me soltava demais. A Tequila escorria pelo meu peito. De repente, senti dedos acariciarem meu clitóris enquanto ele me perguntava quem estava me tocando, porque ele havia saído da sala… não consegui dizer, não me permiti ser tocada por outros. Entao senti o vibrador tocar minha buceta, e Bruno dizia que não era ele … E eu imaginei essa cena deliciosa, quem me tocava era o vibrador e fiquei bem com isso… Minha buceta escorria e eu estava bem próxima de gozar… Nos sentamos frente a frente, Bruno tirou a venda dos meus olhos. Pra minha surpresa pude perceber que Max se masturbava no escuro do corredor. Não sabia se falava pro Bruno .. optei por manter aquilo oculto e, confesso, me fez explodir de tesão… Bruno disse ao meu ouvido: vc tá muito safada, eu adoro assim. Não sei se percebeu, mas vc é tão safada que o Max tá louco de tesão por você…

Eu disse, um pouco nervosa: ” É? Não percebi… Porque vc diz isso?” Não sei como ele interpretaria o que fiz mesmo se dissesse que era pra ele mesmo…

” Porque eu sou homem e sei. Vou colocar de novo a venda nos seus olhos ok? Quero que vc agora imagine que estamos ainda na casa de swing e estamos numa sala escura , fomos os primeiros a chegar. Tá imaginando?

Entre gemidos eu respondo : ” Ahã..”

Agora, ali na porta, uma pessoa começa a olhar pra gente fodendo… E se excitar..

Eu pergunto: “homem ou mulher” não gosto da ideia de ter uma mulher tocando meu Bruno, mas um homem entre a gente seria um “vibrador” mais real, que eu adoraria então eu topo fantasiar…

“Um homem… E ele começa a se masturbar…”

Nessa hora meus gemidos são altos, meu corpo se contorcendo, meu prazer toma cada cm da minha pele… Minha buceta está enlouquecida querendo o pau dele e o vibrador só faz isso ser mais loucamente intenso… Comecei a achar que ele sabia que Max estava ali…

” Não se desespere, e me diz se vc gosta disso?”

Eu adoro, eu quero… (Ah, tequila, obrigadinha!)

” Então, aproveite… Use e abuse desse momento… Retirando a venda dos meus olhos ele diz: Olhe com calma lá pra porta que vc vai ver o Max no escuro batendo uma punheta pra vc… Talvez ele já esteja todo gozado… E enquanto vc olha eu vou foder vc… Sinta meu pau te fodendo… Eu vou meter a cabecinha…

E Bruno me coloca deitada no sofá com as pernas abertas e enfia o pau em mim, deslizando deliciosamente e com força na minha boceta… Eu vejo perfeitamente Max segurando o pau e se contorcendo de prazer, era o momento do gozo dele… Foi maravilhoso ver ele gozando e sentir o pau do Bruno na minha boceta… Em alguns segundos gozamos, eu Bruno, juntos”.

Eu acredito que Max sabe que vimos ele… Não posso punir o menino… Ele ama a mulher dele mas não tem mulher há muito tempo, deve ter sido um alívio maravilhoso pra ele.

Enquanto nos recuperavamos, fui até a cozinha. A essa altura não me preocupava se Max me veria nua ou não. Bruno foi pro banheiro e passei em frente ao quarto do Max pra saber se ele estava bem. O vi limpando suas mãos… estava com a bermuda abaixada e sem camisa. Era um homem bonito, com braços fortes, magro. Imagino que deve ser bom na cama.

Conversando com Bruno ele me disse que Max o havia confirmado que há exatamente 4 anos não tinha uma mulher e que se resolvia na punheta…

Acho que hoje ele chegou na melhor punheta da vida dele!

No dia seguinte, no café da manhã, ele estava um pouco desconcertado, mas ficou tudo bem. Bruno comentou sobre a festinha que fizemos como se Max não soubesse, mas ele mesmo disse que havia reparado um movimento diferente na casa, e riu! Todos rimos com um ar de cumplicidade.

Ele nos convidou para passarmos uns dias na fazenda, que nossas festinhas poderiam acontecer na beira da cachoeira ou no campo, que nada nem ninguém haveria de nos atrapalhar…

No que eu respondi prontamente: muito bom, eu quero!! Nada atrapalha aqui tambem, na verdade tudo ajuda! Não é mesmo Bruno?

Nós já fomos e já retornamos da fazenda.

Vocês não podem imaginar como foi uma loucura!

Vou escrever e envio por aqui!

One thought on “Medica

  1. Gostei do conto. Procuro uma mulher casada para encontros casuais. Sou o Marcao resido em SP tenho 48 casado. Sou comedor profissional de casadas. Nao tenho preconceito de cor, idade ou corpo fisico, apenas quero fazer vc mulher casada se sentir realizada amada desejada e possuída. Quero realizar tofas as suas fantasias. (11) 961315175

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