Estuprada no Metro

Naquele dia seguinte eu fui despertada com a Jeny alisando minhas coxas e tocando de leve minha xana….. Abri os olhos. Ela me trouxe meu café da manhã. Depois do meu desjejum, eu tomei um banho rápido e ela voltou para o meu quarto. Jenny havia passado a ser tudo na minha vida, menos empregada. Virou amante, conselheira, melhor amiga, dama de companhia, mas acima de tudo…. “personal stylist”. Ela fazia questão que eu usasse as roupinhas mais provocantes quando eu ia para o trabalho. Adorava que eu me exibisse, me obrigando a usar saias cada vez mais curtas e blusas cada vez mais decotadas. E sempre de meias e sapatos altos. Eu me sentia exposta desde o momento em que saía de casa até a hora de voltar. Todo mundo na rua virando a cabeça para ver aquela mulher vestida de maneira extravagante indo para o trabalho; ouvindo todo tipo de piada até as mais grosseiras. Eu sentia um medo horrível de ser abusada por algum homem ou até de apanhar de alguma esposa ciumenta. Acho que ela ficava numa excitação meio louca de me imaginar correndo perigo pelas ruas ou fugindo de algum tarado. E eui confesso que eu também sentia um tesão irresisitível de me vestir assim. Eu sabia que era desejada por todos por onde passasse. Então, enquanto eu terminava de me enxugar, a Jeny tira um par de meias pretas da gaveta e as joga sobre a cama. – Voce não vai colocar em mim, Jeny? Perguntei. — Não princesa. Dessa vez eu quero ver voce colocar. Ela respondeu Eu então me sentei sobre a cama e peguei a meia que ela me deu e pus eu mesma, enquanto olhava para ela de um jeitinho bem safado, puxando a meia devagar desde a ponta do pézinho até o alto das minhas coxas gostosas. Percebi como ela me olhava de volta enquanto eu acariciava deliciosamente minhas pernas. Depois eu fiquei deitada de costas sobre a cama, fazendo poses sexys para provoca-la, me alisando e esfregando minhas pernocas metidas naquelas meias pretas. Então a Jeny abre a porta do closet e de lá ela tira um par de botas pretas, bem altas, de couro macio, bico fino e salto agulha que iam até um acima do joelho e se sentou junto de mim. Então ela pegou no meu pézinho e beijou ele para me calçar com aquelas botas, subindo o zíper e alisando as minhas pernas vestidas com as meias 7/8. Nossa! Como aquelas botas casavam com as minhas pernas e ainda conseguiam valorizar cada curva dos meus pés. Depois ela catou um corselete tomara-que-caia de cotton branco com um ziper na frente. Era uma decisão ousada, porque às vezes ele caía mesmo e se bobeasse deixava aparecer os biquinhos rosados dos meus peitos. Fiquei a me observar enquanto ela me vestia na frente do espelho. Estava extremamente gostosa só de botas, meias e de corselete. A Jeny também deve ter achado, porque ela me abraçou por trás e meteu a mão entre as minhas coxas, bolinando a minha xana. Me encolhi em seus braços e apertei minhas pernas enquanto ela me tocava. Em seguida a Jeny vasculhou todo meu armario ate encontrar uma mini de couro marrom bem curta que eu tenho e vestiu em mim. Ela fica acima do joelho, no meio das coxas. É bem elegante pra falar a verdade, mas as barras de renda das meias estavam quase aparecendo. Pensei como meus colegas reagiriam quando me vissem vestida daquele jeito. Aí eu falei com ela: — Jeny! Olha isso! — Deixa de ser boba, foi o que ela respondeu. Você esta um tesao! — Mas Jeny! — Eu quero que voce vá assim para o trabalho. E riu. Aposto que voce nunca foi mulher para andar assim… Quero só ver se essa sua chefe não vai te agarrar de uma vez quando te ver! Sorri… Verdade. Sentia-me mais mulher do que nunca! Fiz uma bela maquiagem e saí e enquanto andava pelas ruas, fazia tudo para chamar a atenção. Caminhava requebrando levemente as cadeiras e sabia que todos os olhares eram para mim. Dos homens, da mais pura volúpia, e das mulheres, da mais pura inveja! Parei na estação do metro, e enquanto eu esperava de pé, na plataforma, eu juntava meus pés calçados por aquelas botas fantasticas e punha-me a esfregar meus joelhos, só pra provocar e sentir a maciez das meias 7/8 que eu usava. Sentia-me extremamente sexy, mas ao mesmo tempo exposta e vulnerável, imaginando como seria se alguem abusasse de mim dentro do metro lotado. Isso eu saberia mais tarde antes de voltar para casa… Já quase no final do expediente, quando eu estava retocando a maquiagem para sair, a megera da Beatriz me chama na sala dela para pedir que eu levasse uns balancetes da empresa para o nosso contador. Ela era terrível. Vivia implicando com as minhas roupas e pegava no meu pé por qualquer motivo. Adorava me por para trabalhar feito uma louca e me botar correndo para cima e para baixo nos corredores do firma. Só que o escritório do puto ficava na Pavuna! Falei com a criatura que aquilo era impossível. Mas aí ela disse que o contador tinha que levar aqueles documentos para a Receita Federal no dia seguinte de manha cedo, se não a firma seria multada em sei lá quantos mil reais, que aquilo podia comprometer a saúde financeira da empresa, que a responsabilidade ia toda cair sobre as costas da Adriana… e que a belezinha do motorista não podia ir porque ele foi levar a esposa grávida para fazer um pré-natal. Resultado: sobrou para mim. Isso eu só saberia mais tarde, na volta do trabalho, quando o metrô estava realmente lotado! Eu esperei pelo trem por um longo tempo na estação, cansada, com meus pés doendo dentro das minhas botas altas, me equilibrando num pé e noutro enquanto aguardava… tensa…. Quando a composição chegou ela já estava repleta de gente. Entrei e me posicionei como pude segurando a barra de ferro que fica no alto do vagão com as duas mãos. Havia um rapaz jovem na minha frente que pareceu não me dar atenção, a não ser quando o trem se pos em movimento e meus seios esbarraram nas suas costas. Ele deu uma rápida olhadela para mim mas eu virei meu rosto para o outro lado. E eu reparei que ele ficava me encarando e eu estava realmente incomodada com aquilo, sendo secada daquela maneira por um rapazote que certamente iria se masturbar pensando em mim quando chegasse em casa. Na próxima estação entrou mais gente no vagão que ja estava apinhado. Nisso eu me senti sendo empurrada de encontro ao rapaz de um modo que eu não pude evitar e fiquei realmente imprensada entre ele e um homem que ficou bem atrás de mim de modo que eu mal podia ver seu rosto. O trem pos-se novamente em movimento e dessa vez eu é que fui esbarrada pelo sujeito que estava atrás de mim tão colado. Foi aí que eu senti o volume da sua pica dura pressionar a minha bunda por cima da minha saia curta, e o balanço do trem fazia aquele volume se esfregar nela. O que é isso?… Pensei na Cida. Será que ela estava acostumada com isso? Até que era gostoso. Nunca passei por isso antes. Então eu resolvi provocar o cara um pouco e empinei meu bumbunzinho me oferecendo para ele… Aposto que ele nunca chegou perto de uma mulherzinha como eu, toda saradinha, gata de academia… Comecei a sentir sua respiração no meu pescocinho. Aquilo me deixou arrepiada. Meu instinto de mulher dizia que eu era intensamente desejada. Sorri comigo mesma. Mas aí, o sujeito resolveu levantar a minha saia e colocar a pica dura entre as minhas nádegas durinhas, fazendo um sanduiche de lingüiça com elas. Levei um susto danado e um suspiro abafado soltou-se da minha boca. Tentei sair dali, mas era impossível. Eu não tinha para onde ir. Aí e senti a mão daquele homem alisando as minhas coxas e expondo as barras de minhas meias 7/8 enquanto ele pressionava a piroca na minha bundinha. Minhas pernas ficaram todas de fora, cobertas só pelas meias. Tirei as mãos da barra de ferro para tentar baixar minha saia, mas eu acabei perdendo o equilíbrio com o trem em movimento e tive que me apoiar no rapaz que estava na minha frente. Ai! Falei para o sujeito: — Voce quer me largar! Olhei em volta em busca de socorro mas todos os olhares se desviavam do meu. Em seguida o sujeito baixou a minha calcinha e enfiou a pica dura no meio das minhas pernas! Prendi a respiração! Que loucura era aquelaa?!!  Ahhhnnn!!! Que ousadia! Pare com isso! Reclamei E me debatia e fazia de tudo para me livrar dele mas era impossível. E o que era pior, aquilo só aumentou sua excitação! Depois ele começou a lamber meu pescoço e mordiscar minha orelha, sentindo o perfume doce e suave que exalava dos meus ombros nus. — Ahhhhnnn me solteeee, suspirei. E virei o rosto enojada enquanto eu ficava nas pontas dos pés apertando minhas pernas e esfregando minhas meias. Olhei em volta desesperada por socorro, mas reparei que aquele ataque à minha pessoa não passava despercebido pelos outros passageiros. Ao contrário. Todos ali se deliciavam em me ver indefesa diante daquela situação. Uma moça jovem, linda e sofisticada como eu, deliciosamente vestida; de meias 7/8 e botas altas, metida naquele trem e sendo abusada de maneira torpe por um desconhecido! Fiquei morta de vergonha! Não consegui tomar mais nenhuma atitude a não ser tentar baixar ao máximo minha saia para cobrir minhas pernas e sentir a pica imensa daquele homem preenchendo o espaço entre as minhas coxas E ele ficou ali o tempo que quis, apalpando minha bunda e meus seios, me alisando toda enquanto eu tentava tirar suas mãos de cima de mim e rebolava e esfregava minhas pernas em desepero com aquela pica entre elas por váaaaarias estações e quase implorava para ele me deixar: — Me solteee! Pareee! E gemia baixinho, com a boquinha entreaberta: — Ahn! Ahn! Ahn! Ahn! Minha bucetinha estava encharcada e eu estava a ponto de gozar! Até que de repente eu me senti sendo penetrada! Subi na pontinha dos pés e soltei um suspiro: — Aaaahhhhnn!! E joguei minha cabeça para trás. Comecei a gozar assim que eu senti a pica do sujeito entrando dentro de mim, me abrindo toda. Meu corpo todo corcoveava imprensado entre os dois enquanto aquele desconhecido gozava dentro de mim e eu gozava junto com ele e dava gritinhos agudos a cada estocada que eu recebia daquela pica. Depois que ele acabou comigo ele saiu rápido de cena. Não deu nem para ver quem era. Tentei olhar em volta mas o trem parou novamente e um bocado de gente desceu. Fiquei aparvalhada com aquilo mas eu ainda pude ouvir algumas pessoas comentando: Putinha… Teve bem o que mereceu… Ajeitei minha saia e sentei-me no primeiro banco vago que eu vi. Senti uma coisa melada descendo pelas minhas coxas. Nem sei com que cara eu cheguei no escritório do contador. Só sei que eu entreguei rápido a papelada para ele e ele nem me convidou para entrar. Mais tarde quando eu cheguei em casa a Jeny me perguntou:  Então minha tesudinha, como foi sair toda gostosa desse jeito?

4 thoughts on “Estuprada no Metro

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