Comendo a dentista japonesa

Olá, pra quem não me conhece sou andy 25 anos , negro, 1,86m, 80kg, cabelos e olhos castanhos e um dote de 24cm leiam minhas outras histórias vocês vão gostar.

Como na época eu usava aparelho ortodôntico tinha que fazer manutençao e eu ia numa dentista recomendada por um colega pernambucano o nome dela era natália muito bonita o rosto perfeito descendente de asiáticos os cabelos muito escuros e a pele bem branquinha meio gordinha tipo gordelicia com os seios bem grandes cintura fina e bunda grande combinação perfeita do brasil com a ásia na primeira vez que fui já fiquei encantado com ela pois além de linda ainda era muito simpática e sorridente durante a manutenção conversamos muito ela me revelou que o pai dela também era militar só que da aeronáutica subtenente que achava lindo homens de farda e que queria fazer concurso para marinha e em questão de minutos ela acabou na terceira vez que fui lá já sabia muita coisa sobre ela que não tinha muitos amigos pois seu pai era muito rígido com os estudos e não sobrava muito tempo pra diversão, que nos fim de semana que ela não tava trabalhando ela passava o dia fazendo maratona de filmes e séries na netflix tava solteira entre outras coisas no fim dessa manutenção ficamos um tempo conversando depois de um tempo a chamei pra sair pra tomar um chopp ela disse que só poderia no fim do expediente marquei com ela um pouco mais tarde umas 19h trocamos telefones e pelo whatsapp decidimos ir para um barzinho e churrascaria na orla de olinda fui andando pois era próximo uns 10 min da casa que eu tinha alugado com mais 3 colegas cheguei primeiro peguei uma mesa próximo a parede no canto com a iluminação mais baixa minutos depois ela chegou com um vestido azul colado que ia até em cima do joelho e realçava todas as suas curvas ao me ver abriu um sorriso ela veio caminhando até a mesa alguns garçons pararam para vê-la passar a recepcionei de pé com dois beijos no rosto sentamos e eu pedi uma cerveja;
(Eu) nossa, você esta muito linda sabia?
Ela meio envergonhada responde
(Naty) obrigado, não costumo sair muito.
(Eu)não entendo o porque, você desse jeito devia ser popular na escola, linda e inteligente.
Ela sorriu e corou
(Naty)chega de falar de mim tá me deixando sem graça fala um pouco de você.
E eu comecei a contar um pouco da minha história que sou filho de dois contadores não tinha nenhum parente militar fiz dois semestre de química e falava um pouco de inglês e antes de ir pra pernambuco namorava já tinha 7 meses mas agora estava livre para as aventuras que a vida me proporcionasse e assim seguiu a noite falamos sobre tudo filmes, séries, relacionamentos, vida, planos para o futuro já no fim da noite começamos a falar de sexo ela revelou que adorava quando tinha oportunidade mais ultimamente não tinha muitas achava que o fato de ter certa independência assustava os homens na verdade pra mim isso era encantador saber que ela era uma mulher forte que não dependeria de nada nem ninguém pra ser quem é quando demos por conta o bar tava quase vazio só tinha uns casais em umas mesas distantes quando a companhia é boa o tempo voa pedi a conta e saímos ela disse que ia me dar uma carona pois já estava tarde para eu ficar andando sozinho ao entrar no carro fui pra cima dela e dei um beijo ela retribuiu na mesma intensidade e ficamos ali nos beijando dentro do carro e minhas mão começaram a passear o seu corpo os bicos do peito já estavam tão duros quanto pedra ela me empurrou no banco e disse que ali não a rua tava muito movimentada ainda perguntou onde eu morava e partiu o carro respondi passando a mão em sua coxa rapidamente chegamos na frente da minha casa era grande 3 quartos sala cozinha 2 banheiros e uma area nos fundos boa pra fazer um churrasco a rua estava vazia e voltamos a nos pegar dentro do carro ela disse que tinha que trabalhar no outro dia mas eu insisti que ela entrasse fomos direto pro quarto e o calor subia e nós nos beijávamos loucamente deitados na cama comecei a tirar sua roupa e a minha quando demos por conta ela só tava de calcinha é eu só de cueca e comecei a beijar seu corpo a partir da boca, pescoço, peito onde dei atenção bem especial ao mamilos os biquinhos estavam muito duros e passava a língua pelas auréolas com leves mordiscadas e continuei descendo beijando as costelas,barriga descendo direto para as coxas subindo pra virilha e terminado na bucetinha ainda coberta pela calcinha que estava bem molhadinha enquanto ela segurava forte os lençóis e gemia baixinho afastei um pouco a calcinha pro lado e fui com vontade naquela bucetinha lisinha parecia recém raspada bem gordinha e carnuda com o grelinho duro feito pedra e deslizava a língua entre chupadas e lambidas naquela grutinha e seus lábios com a presteza começo massagear o seu cuzinho e ela se contorcia a cada movimento da minha língua e gemendo agora alto segura minha cabeça como se eu fosse entrar em sua xaninha sinto sua coxa se contraírem e um esguicho na minha boca continuo a lamber ate ela quase desfalecer volto pra cima dela a beijando gostoso pincelo a cabeçorra entre os lábios e sem avisar coloco tudo de uma vez para dentro ela urra num misto de dor e tesão e soco sem parar rápido e o urro se torna um gemido pedindo com mais força arranhando minhas costas e soco fundo e ela novamente goza a coloco de 4 na ponta da cama e recomeçamos com estocadas fundas e o cheiro de sexo toma conta do quarto o suor escorre pelo nosso corpo puxo seu cabelo ela morde os lábios e pede para que eu dê leitinho em sua boca em poucos minutos satisfaço sua vontade a colocando de joelhos despejando o meu leite em sua boquinha ela continua punhetando até sair a ultima gota para engolir tudinho e fomos pro banho onde ficamos nós beijando e o tesão aumentou novamente saímos do chuveiro e a coloquei de frente com a pia chupava sua nuca e roçava meu pau endurecido na sua bunda a inclinei sobre a pia e coloquei devagar meu pau naquela xota úmida com movimentos de vai e vem coloco um dedo no seu cuzinho tirei meu pau da bucetinha e com ela ainda naquela posição abro sua bunda e começo a chupar seu cu fazendo movimentos circulares com a língua no seu cuzinho e ele pisca como resposta levanto e forço a entrada da cabeçorra e ela vai entrando devagar a naty pede pra parar que está doendo e eu começo um vai e vem e o prazer vai tomando lugar da dor depois de um tempo ela geme pedindo mais segurando em sua cintura com uma mão e dando tapas na bunda com a outra acelero as estocadas e sinto o cuzinho me apertando por fim gozamos juntos com meu leite escorrendo por suas pernas voltamos pro chuveiro depois deitamos na cama e pegamos no sono quando acordei tinha um papelzinho em cima da cama dizendo;
“obrigado, me liga vamos marcar mais vezes adorei tomar leitinho na fonte mas precisava ir trabalhar bjs.”
E mais algumas vezes nos encontramos e fizemos um sexo selvagem.

Comentem ou mandem mensagens gosto de conversar e trocar experiências.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *